quinta-feira, 24 de março de 2011

Exemplos de superação Nickolas e Johnatha


Este homem é Nicholas James Vujicic (Melbourne, 4 de dezembro de 1982) é um pregador e palestrante motivacional e diretor da Life Without Limbs. Nascido sem pernas e braços devido a rara síndrome Tetra-amelia, Vujicic viveu uma vida de dificuldades e provações ao longo de sua infância.

No entanto, ele conseguiu superar essas dificuldades e, aos dezessete anos, iniciou sua própria organização sem fins lucrativos chamada Life Without Limbs (em português: Vida sem Membros). Depois da escola, Vujicic frequentou a faculdade e se formou com uma bidiplomação.

Deste ponto em diante, ele começou suas viagens como um palestrante motivacional e sua vida atraiu mais e mais a cobertura da mídia de massa. Atualmente, ele dá palestras regularmente sobre vários assuntos tais como a deficiência, a esperança e o sentido da vida.

Ele fala também no setor corporativo, embora seu objetivo seja se tornar um palestrante internacional de inspiração, com cristãos e não cristãos locais. Ele viaja regularmente para outros países para falar às congregações cristãs, escolas e reuniões empresariais.

Ele já fez palestras para mais de três milhões de pessoas até agora, em mais de 24 países nos cinco continentes (África, Ásia, Austrália, América do Sul e América do Norte).

Mas, aqui no Brasil também tem exemplos de superação como este jovem cristão, o Johnatha Bastos que toca guitarra com os pés, e é fã da Oficina G3:

quarta-feira, 23 de março de 2011

Novo CD da Banda Khorus bate a marca dos 30.000 downloads


Com 4 meses de lançamento mais de 30.000 pessoas já baixaram o novo álbum da banda Khorus.
Com certeza o Brasil todos já está cantando as canções do “Made in Heaven”. Desde janeiro de 2010, quando foi liberada a versão ultimate do álbum, mais de 30.000 internautas fizeram download.
A banda está festejando a conquista, e acredita que mais de 100.000 cristãos no Brasil e no mundo, já estão ouvindo “Made In Heaven”, já que para cada download, cerca de 3 cópias são distribuídas entre os irmãos que apoiam o ministério profético de rock Khorus.
E tem muito mais novidades para este ano de 2010.
 Novos projetos, como uma linha completa de roupas e acessórios do Khorus em parceria com a grife Power Sheep.

Informações do Khorus Rock

segunda-feira, 21 de março de 2011

Oficina G3 no programa da Eliana

Neste domingo, dia 27 de março, será exibido o programa da Eliana (SBT) que contou com a participação da banda Oficina G3 no quadro Tem Um Cantor Gospel Lá em Casa, gravado esta semana em São Paulo. Mauro Henrique, Duca Tambasco, Jean Carllos e Juninho Afram escolheram alguns vídeos de candidatos do concurso e cantaram, empolgando a plateia e a apresentadora, que fez elogios à banda.



A volta do Fruto Sagrado aos palcos

Na estréia de Vanjor, Fruto Sagrado celebra seus 20 anos e a nova fase, movida pela energia do novo vocalista.
“É incrível como de tempos em tempos Deus move alguma coisa no nosso meio. Hoje, aqui em Vitória, começamos uma nova fase”. Bem mais que abrir o show do Fruto Sagrado, no último dia 21, em Vitória, a confissão do baterista Sylas Jr, soou — por que não? –, perfeita para definir o estado de espírito da banda, que completa 20 anos em 2009. Eles estão mudados? À parte a entrada de Vanjor nos vocais, nem tanto. O repertório permanece basicamente o mesmo dos últimos anos, com músicas dos dois últimos CDs, Distorção e O que na verdade somos. Sylas e Bene Maldonado estão seguros como sempre e bem acompanhados pelo tecladista Daniel Tinoco e pelo baixista Marcos Quarterolli. Renovados, talvez, seja o melhor adjetivo pra se usar. A estréia do novo frontman parece ter feito a banda voltar no tempo, e no bom sentido da expressão. Bene, mais solto, agora divide as distorções com o novo vocalista, que apesar do nervosismo de sua primeira apresentação, deu ao fruto a verve garageira que muitos perdem no meio do caminho. “Sabíamos que a entrada de um novo elemento traria uma série de desdobramentos que não poderíamos prever”, explicou Bene, para completar: “A entrada do Vanjor, até pelo fato de ele também ser guitarrista, nos possibilita fazer um rock mais cru e fluido. Eu e Sylas estamos mais livres e entrosados também”.
Mas vamos falar do show. Já passava das 21h e as cortinas do Teatro do Ifes ainda estavam fechadas quando Vanjor entoou os primeiros versos de “O que na verdade somos”. Foi a senha para que o público, formado por 400 convidados, se levantasse da cadeira e formasse um coro em uníssono. E “o que se vê quando se vê” o novo vocal é um garoto de 20 anos, com o que isso tem de melhor. O timbre de voz, ainda cru, é compensado com empolgação de sobra. Nessa toada vieram a pesada ‘Sanguessuga’, ‘Diferente dos Anjos’ e ‘Superman’. Sylas, Bene e Vanjor sabem bem que não são super-heróis, mas nem por isso abandonaram a característica que fez do Fruto uma das grandes bandas de rock do Brasil: a contestação. Depois de “Ninguém me encontrará entre os fracos”, vieram críticas aos ‘ismos’ da sociedade, com “Sangue de Abel” e uma reflexão sobre questões sociais com a ótima “Uma noite de paz”. Nas primeiras cadeiras, um público ainda de pé cantou o ‘Feliz Natal’ em coro aos quatro ventos. Vanjor não conseguia disfarçar o encantamento e deixou o refrão ser cantado somente pelo público. Depois disso ainda vieram “Não quero mais acordar assim” e “a Volta dos que não foram”. Foi o final perfeito para o pocket show, ainda que o público tenha pedido o bis, que não veio. Já fora do teatro, o grupo ainda atendeu a todos com a disposição juvenil de que parecia fazer seu primeiro show. Não deixa de ser verdade. A despeito das desconfianças motivadas pela saída de Marcão, o Fruto está de volta, vivo. Contestador como sempre e garageiro como nunca. Pronto, quem sabe, para mais 20 anos de estrada.

Quando, como e porquê surgiu o carnaval!!!

Carros alegóricos, fantasias, mulheres nuas, samba, bateria. Bailes e camisinha. Trio elétrico e blocos. As definições para o carnaval do Brasil são inúmeras, mas sempre acabam na mesma: é a maior festa popular brasileira. Brasileira? Nem tanto.
O Carnaval tem suas raízes antes do nascimento de Cristo, por volta do século IV a.C..  Embora não seja comprovado, muitos historiadores vêem o carnaval como uma celebração, inicialmente, egípcia. Era uma festa marcada por danças e cânticos ao redor de uma fogueira, onde se comemorava ou se pedia pela colheita agrícola.
Com o passar do tempo, máscaras, adereços e orgias foram incorporadas à celebração. Em seu livro Carnaval, Hiram Araújo explica que a organização da sociedade em classes e hierarquias acentuou a libertinagem nas festas, como uma “válvula de escape”, um “culto ao corpo” sem culpa.
Entre as festas pagãs consideradas por alguns autores como o modelo etimológico do carnaval, está o culto a Dioniso, na Grécia e em Roma.
O mito Dioniso
Representado ora como o deus da cultura e do vinho, ora pelo bode ou ainda pela figueira, o deus da transformação era uma ameaça à Polis aristocrática do Olimpo, a habitação dos deuses. Por causa disso, foi expulso. Na Grécia, todos os anos, ela era saudado no início da primavera com uma festa que reunia danças, bebedeira, algazarra, sexo e violência.
Com a oficialização do culto a Dioniso (quatro por ano – um para cada estação), por volta do ano 600 a.C., camponeses e lavradores transportavam a imagem do deus em embarcações com rodas, com homens e mulheres nus em seu interior, numa procissão pelas ruas de Atenas onde a multidão que seguia o cortejo ia de máscaras, fazendo festa. A procissão terminava no templo, onde se consumava a hierogamia: o casamento do deus com a Polis inteira em busca de fecundação. Seguiam-se aí orgias e o sacrifício de um touro.
A Igreja e o carnaval
Depois de séculos onde as festas populares orgiásticas faziam parte das pautas de discussões da Igreja, em 590 d.C. o papa Gregório I incluiu o Carnaval no calendário eclesiástico. A Igreja passou então a tolerar a festa, e em alguns casos, a estimulá-la, mas de acordo com seus preceitos religiosos. O Carnaval era organizado com jogos, brincadeiras e corrida de cavalos e anões. Logo, cresceu e ganhou simpatia na Itália, França e Alemanha.
Em 1545, no Concílio de Trento, o Carnaval foi reconhecido como uma manifestação popular de rua importante, e em 1582, suas datas foram estabelecidas em definitivo. A festa, até hoje, obedece à regras que determinam a Páscoa dos católicos; o domingo de carnaval é sempre no 7o domingo antes do domingo de Páscoa.
Não coincidentemente, o carnaval é a porta de entrada da quaresma, o tempo de privação para os seguidores do catolicismo. Para alguns historiadores, o significado oposto das duas celebrações é que se atraem: enquanto uma (a quaresma) pregava abstinência de carne, sexo e diversão, a outra (o carnaval), permitia o desfrute exacerbado de tudo isso.
Hiram Araújo vê essa atitude clerical com o objetivo de “cristianizar” a festa, como a Igreja já vinha fazendo com outras manifestações pagãs. Estabeleceu, por exemplo, o dia 25 de dezembro como sendo o dia da comemoração do nascimento de Jesus, e essa era a época das festas greco-romanas.
Rei Momo
Personagem da mitologia greco-romana, Momo era o deus da irreverência, da bagunça e da alegria. Também expulso de Olimpo, era homenageado na Roma antiga durante os cultos a Saturno. Na celebração, o mais belo soldado era coroado como o rei Momo, que depois de uma noite reinando com festa, bebida e comida à vontade, era sacrificado no altar de Saturno.
No Brasil, o Rei Momo surgiu no carnaval carioca, em 1933, quando um boneco de papelão foi incorporado ao desfile como sendo o rei do Carnaval carioca. No mesmo ano, a idéia saiu do papel e um jornalista gordo foi às ruas vestido de monarca.
A palavra
A origem da palavra carnaval não tem uma única definição. Alguns pesquisadores defendem que surgiu nas mesmas festas a Dioniso, já que os carros que faziam a abertura da procissão eram os Carrum Navalis (carros navais). Outros acreditam que possa ter nascido quando a festa passou a ser realizada antes da quaresma, a partir de dialetos italianos que significavam “tirar a carne”.
Para pensar
Desde os primórdios, o Carnaval é uma festa dedicada única e exclusivamente aos prazeres carnais. Então, aos que se dizem cristãos, valem as palavras do apóstolo Paulo:
“…Os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Ora, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai!” (Romanos 8:6-15).
Dê que lado você está?